terça-feira, 15 de janeiro de 2019

A MISTERIOSA "ILHA DOS AMORES"

Desde a publicação dos Lusíadas no século XVI que muitos têm tentado encontrar a "ilha dos amores". Há quem diga que se trata das Canárias, de Cabo Verde, da ilha do Príncipe, da ilha de Moçambique, da ilha Terceira, ... depois há os que defendem que a ilha pura e simplesmente não existe fisicamente, tratando-se de uma simples 'invenção'.

Transcrevo aqui pedaços das estrofes 53, 54 e 55 do canto IX dos Lusíadas (e que servem de legenda das imagens abaixo):

"Onde a costa fazia uma enseada / Curva e quieta
Três formosos outeiros se mostravam, / Erguidos com soberba graciosa,
Num vale ameno, que os outeiros fende,"


segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

NATAL!

"(...)
O Professor Jaime Torcato era bem mais velho que Filipe. Contou que tinha sido seu aluno há alguns anos e que desde então, ficaram amigos. Filipe era sozinho, sem pai e sem mãe. O Professor também. Faziam companhia um ao outro. Nos dias mais frios, nos jantares solitários e na noite mais difícil de todas. A noite de Natal. Jantavam os dois sozinhos, bacalhau cozido, batatas e couve portuguesa, quase sempre acompanhado com vinho tinto. Filipe fazia uma pequena árvore de natal e trazia sempre um presente. O Professor nunca se lembrava de lhe comprar um presente mas, todos os anos lhe oferecia qualquer coisa lá de casa: um livro, um escrito, um objecto... Depois iam à Missa do Galo na igreja do Padre Jorge. Um bom amigo. No final da Missa, o Padre Jorge convidava-os sempre a tomar um cálice de vinho do Porto feito por um primo lá da sua terra em Pinhão. Às vezes jogavam às cartas. Outras vezes, Filipe adormecia e o Professor Jaime Torcato e o Padre Jorge ficavam até de madrugada a jogar xadrez. Usavam táticas diferentes. O Professor ignorava os bispos e montava a defesa com cavalos e torres. O Padre Jorge protegia os bispos e o Rei. Cavalos, torres, peões e a Rainha, eram os atacantes que tentavam dar «xeque-mate». Quase sempre, o Padre Jorge saía vencedor.
(...)"

Pedra Alta, páginas 354 e 355

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

PRESENTE DE NATAL

E para presente de Natal, o livro PEDRA ALTA!!! 

À venda em Sesimbra, na Freguesia de Santiago, na Papelaria Universal. 
Na Freguesia do Castelo, na sede da Junta. 
E, na Freguesia da Quinta do Conde, na Papelaria Ronda das Letras.

Depois, aqui perto, na FNAC do Fórum Almada. Na Bertrand do Alegro Setúbal.

E claro, em todo o país nos locais habituais 😊 

E na net: FNAC, Bertrand, WOOK, Chiado Editora.


quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

TERTÚLIA NO CASTELO

É já amanhã, numa noite imperdível! Apareçam, estão todos convidados!!
Partilho a informação transmitida pela rádio Sesimbra FM.

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

TOURADAS

E as touradas. 
E Touro e Vénus e a lua...
Está tudo no Pedra Alta 😊. 
Paginas 147 e seguintes! 

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

CRISTOVÃO COLOMBO

E Cristovão Colombo aparece. No exacto momento em que D. Diogo, Duque de Viseu, desaparece!
E está no Pedra Alta. Paginas 481 e seguintes 😊

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

PEDRA ALTA





















Todas as casas devem ter pelo menos um exemplar do livro Pedra Alta 😊
E como já cheira a Natal 😊 está à venda em:

- Sesimbra, na Papelaria Universal.
- Nas FNAC e Bertrand do país.
- Em Chiado-books.
E na WOOK, com portes grátis e 10% de desconto!

Vá, aproveitem!!

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

TEJO


A verdade é que o Tejo já chegou a Azeitão, num braço de rio navegável. Por lá, reis, rainhas, príncipes, nobres,... navegavam em segurança, para as terras da Arrábida. Em Azeitão tinham os seus palácios. Por lá, peregrinavam na direcção da Nossa Senhora da Pedra da Mua. E as praias. E Sesimbra, com a sua «enseada curva e quieta». 

terça-feira, 16 de outubro de 2018

SANTO ANTÓNIO




"(...) ... mas este não é o único facto que liga Santo António a Sesimbra... uma das famílias mais antigas daqui tem por sobrenome "Bulhões"... radicaram-se numa aldeia perto do Cabo Espichel há vários séculos. Estes "Bulhões" descendem do cavaleiro franco que comandou a primeira cruzada, sendo também ascendentes do jovem Fernando Martim de Bulhões. (...)"

página 263, Pedra Alta

sexta-feira, 12 de outubro de 2018

D. MANUEL I















D. Manuel I.
Tinha tudo para não ser rei. Mas foi. Grande. 
E marcou bem Portugal, o mundo e o império português. Até criou um estilo arquitectónico: o «manuelino».
Com ele, chegámos à Índia e ao Brasil.
Pedra Alta, página 12 (e seguintes) 😊